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Saúde

Tendinite no quadril: por que ela pode limitar movimentos simples

By Ana Alves27 de fevereiro de 2026Nenhum comentário9 Mins Read
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Tendinite no quadril
Tendinite no quadril
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Você já percebeu uma dor chata na lateral do quadril ou bem na frente da virilha que aparece do nada, e de repente começa a atrapalhar coisas simples?

Levantar do sofá, calçar o sapato, entrar no carro, dar um giro na cama. Quando isso vira rotina, muita gente pensa que é só idade, falta de alongamento ou um jeito errado de pisar.

Só que existe uma causa bem comum por trás desse incômodo: tendinite no quadril. Ela pode começar leve, como uma pontada em alguns movimentos, e ir ganhando espaço até limitar a caminhada, o treino e até o sono. E o pior é que, quando a gente tenta compensar, acaba sobrecarregando joelho, lombar e até o outro lado do corpo.

O objetivo aqui é te ajudar a entender o que costuma estar por trás dessa dor, como ela se manifesta, o que piora e o que costuma aliviar. E, principalmente, como agir com mais clareza para voltar a se mexer com menos medo.

O que é tendinite no quadril e por que ela aparece

Tendinite é a inflamação ou irritação de um tendão, que é a estrutura que liga o músculo ao osso. No quadril, existem vários tendões trabalhando o tempo todo para estabilizar a pelve e mover a perna. Quando um deles é exigido além do que aguenta, ele pode inflamar e começar a doer.

A tendinite no quadril pode acontecer por sobrecarga repetida, aumento brusco de atividade, técnica inadequada no treino, fraqueza muscular e até por passar horas sentado sem pausas.

Às vezes, ela aparece depois de uma viagem longa de carro, de uma corrida que você aumentou rápido demais ou de uma sequência de dias subindo muita escada.

“Um ponto importante: dor no quadril nem sempre é uma coisa só. Às vezes, o problema começa em um tendão e, com o tempo, outras estruturas ao redor ficam irritadas também. Por isso, entender o padrão da dor faz diferença”, reforça Dr. Tiago Bernardes, médico de quadril em Goiânia.

Como a tendinite no quadril limita movimentos simples

O quadril é uma peça central do corpo. Ele participa de quase tudo: caminhar, agachar, levantar, girar, equilibrar. Quando existe tendinite no quadril, o corpo tende a evitar o movimento que dói. E essa evasão muda seu jeito de andar e de se mover, mesmo sem você perceber.

Na prática, isso aparece em situações bem comuns. Você dá passos menores, evita apoiar o peso do corpo de um lado, demora para levantar da cadeira e sente dificuldade para cruzar a perna. Coisas pequenas, mas que somadas cansam muito.

Outro ponto é que o tendão inflamado costuma doer mais quando é comprimido ou esticado. Por isso, deitar de lado, ficar muito tempo sentado com o quadril dobrado ou subir escadas pode virar um gatilho.

Movimentos que mais costumam piorar

  • Subir e descer escadas: exige força e estabilidade, e costuma irritar tendões que trabalham na lateral do quadril.
  • Levantar de cadeiras baixas: aumenta a carga no quadril e pode trazer dor na frente ou na lateral.
  • Caminhar rápido ou em subida: aumenta a demanda dos músculos e tende a sobrecarregar o tendão.
  • Deitar sobre o lado dolorido: pode comprimir a região e piorar a dor durante a noite.
  • Ficar muito tempo sentado: encurta e tensiona estruturas, e o primeiro passo ao levantar costuma ser ruim.

Principais tipos e regiões de dor no quadril relacionadas a tendão

Quando falamos em tendinite no quadril, as duas regiões mais comuns são a lateral do quadril e a parte da frente, perto da virilha. Cada uma tem um padrão de dor e gatilhos bem característicos.

Dor na lateral do quadril

É comum sentir dor na lateral, perto do osso que você toca quando apoia a mão na cintura e desce um pouco. Em muitos casos, isso se relaciona a tendões dos músculos glúteos, que estabilizam a pelve ao caminhar.

Esse tipo de dor costuma piorar ao deitar de lado, ficar em pé por muito tempo e caminhar longas distâncias. Muita gente descreve como uma dor que irradia para a lateral da coxa, sem passar do joelho.

Dor na frente do quadril e na virilha

Quando a dor é mais na frente, perto da virilha, pode haver envolvimento de tendões que participam da flexão do quadril, como os que ajudam a levantar o joelho. Aqui, entrar e sair do carro, subir degrau alto e levantar da cama podem incomodar bastante.

Algumas pessoas sentem estalo ou sensação de travamento. Nem todo estalo é grave, mas se vier com dor e limitação, vale investigar.

Sinais comuns e como diferenciar de outras dores

A tendinite no quadril costuma dar sinais bem específicos: dor localizada, sensibilidade ao toque em uma região do quadril, piora com esforço repetido e melhora parcial com descanso. Só que quadril também pode doer por articulação, coluna lombar e até por problemas no joelho que alteram a marcha.

Uma pista útil é perceber quando a dor aparece. Se dói mais no começo do movimento e depois esquenta, pode indicar irritação do tendão. Se piora progressivamente durante o dia e fica latejando à noite, pode ser sobrecarga acumulada.

Mesmo assim, não dá para fechar diagnóstico só pelo texto. O ideal é avaliação de um médico ortopedista especialista em quadril para entender qual tendão está envolvido, o que está fraco, o que está encurtado e quais hábitos estão alimentando o problema.

Quando vale procurar avaliação o quanto antes

  • Dor que não melhora em 7 a 14 dias: mesmo reduzindo atividades e cuidando do sono.
  • Manqueira ou perda de força: você começa a mancar ou sente que a perna falha.
  • Dor noturna frequente: acorda por causa da dor ao deitar.
  • Limitação para tarefas básicas: calçar sapato, subir escada, levantar da cadeira.
  • Histórico de queda ou trauma: dor começou após uma pancada ou torção.

O que costuma causar ou piorar a tendinite no quadril

Na maioria das vezes, o problema é uma mistura de carga mal distribuída com recuperação insuficiente. Você até consegue dar conta por um tempo, mas o tendão vai reclamando aos poucos.

Um exemplo simples: você passa semanas sem caminhar e decide voltar com 40 minutos todo dia. Ou muda o tênis, troca o asfalto por subida, volta para a academia e quer repetir o treino antigo. O corpo entende isso como excesso.

Também é comum a tendinite no quadril aparecer quando há fraqueza de glúteos e do core. Sem estabilidade, o tendão vira um segurador de emergência e é aí que ele inflama.

Fatores bem comuns no dia a dia

  • Aumento brusco de atividade: mais corrida, mais escada, mais caminhada, sem adaptação.
  • Muito tempo sentado: pouca mobilidade e músculos que perdem força.
  • Treino com técnica ruim: agachamento, corrida ou levantamento feitos com compensações.
  • Excesso de impacto: saltos, tiros, terrenos duros ou irregulares.
  • Desbalanço muscular: glúteos fracos e flexores do quadril tensos.

O que fazer em casa nos primeiros dias de dor

Quando a dor está começando, a meta é diminuir irritação do tendão sem parar tudo. Descanso absoluto, por vários dias, às vezes alivia na hora, mas pode piorar a rigidez e fazer a dor voltar no primeiro esforço.

O caminho do meio costuma funcionar melhor: reduzir o que piora, manter movimentos leves e ajustar hábitos que estão alimentando a inflamação.

Passo a passo prático para aliviar sem piorar

  1. Reduza o gatilho principal: se escada piora, diminua por alguns dias; se corrida piora, troque por caminhada leve e plana.
  2. Faça pausas durante o dia: a cada 40 a 60 minutos sentado, levante e ande 2 minutos dentro de casa.
  3. Use frio se a dor estiver bem irritada: 10 a 15 minutos, 1 a 2 vezes ao dia, sem encostar gelo direto na pele.
  4. Evite deitar sobre o lado dolorido: tente dormir do outro lado ou de barriga para cima, com um travesseiro apoiando as pernas.
  5. Mantenha movimento leve: caminhadas curtas e confortáveis ajudam a circulação e evitam travar.

Exercícios e ajustes de movimento que costumam ajudar

Na tendinite no quadril, o tendão precisa de carga, mas na dose certa. Exercícios bem escolhidos ajudam a recuperar força e reduzir dor ao longo das semanas. Só que o tipo de exercício depende da região da dor e do nível de irritação.

Uma regra prática: durante o exercício, desconforto leve pode ser aceitável, mas a dor não deve piorar muito nas horas seguintes nem no dia seguinte. Se piorou, foi carga demais.

Ideias seguras para começar com leveza

  • Fortalecimento de glúteos sem impacto: ponte no chão e variações leves, focando em controle.
  • Isometria para analgesia: contrações sustentadas podem ajudar a reduzir dor em alguns casos.
  • Controle de quadril ao caminhar: passos curtos, sem inclinar o tronco, evitando mancar.
  • Mobilidade suave: movimentos leves para o quadril sem forçar o fim do alongamento.

Tratamentos que podem entrar no plano com um profissional

Quando a dor persiste, o acompanhamento com especialistas referência em quadril ajuda a identificar o tendão envolvido, ajustar a carga e corrigir compensações.

Muitas vezes, a pessoa está fazendo alongamentos que irritam mais, ou fortalecendo o músculo errado, e por isso não melhora.

Dependendo do caso, o plano pode incluir exercícios progressivos, terapia manual, ajuste de treino, orientação de retorno à corrida, e recursos para controle de dor.

Exames de imagem podem ser indicados quando há dúvida diagnóstica ou quando a evolução não segue o esperado.

Como evitar que a dor volte

Depois que melhora, é comum relaxar nos cuidados e voltar direto ao ritmo antigo. Só que o tendão precisa de tempo para ganhar tolerância. Prevenção aqui não é uma lista infinita de regras, é consistência em poucos pontos.

Hábitos que protegem o quadril no dia a dia

  • Progresso gradual: aumente volume e intensidade em pequenas etapas, semana a semana.
  • Força 2 a 3 vezes por semana: foco em glúteos, coxa e tronco, com boa execução.
  • Pausas do sedentarismo: menos tempo sentado seguido, mais intervalos curtos.
  • Varie estímulos: alterne caminhada, bike, treino de força e mobilidade leve.
  • Respeite o sono e a recuperação: tendão não gosta de corpo cansado todo dia.

Conclusão: retome o controle com passos pequenos e consistentes

A tendinite pode parecer um detalhe, mas no quadril ela mexe com tudo: andar, sentar, subir escadas e até dormir. Entender o padrão da dor, reduzir os gatilhos por alguns dias e voltar com carga bem dosada costuma ser o caminho mais seguro.

Se você está lidando com tendinite no quadril, comece hoje com o básico: diminua o que piora, faça pausas se fica muito sentado, ajuste o sono para não comprimir a região e retome movimentos leves sem provocar dor forte. Um passo por vez, com consistência, já muda bastante a rotina.

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Ana Alves

    Ana Costa é uma escritora dedicada, com foco em inovação e desenvolvimento pessoal. Com vasta experiência em conteúdos digitais, seus textos são reconhecidos por serem claros e envolventes, sempre buscando trazer soluções práticas aos leitores.

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