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Saúde

Lesão do plexo braquial é deficiência: o que é e como funciona a avaliação

By Ana Alves27 de novembro de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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Lesão do plexo braquial é deficiência
Lesão do plexo braquial é deficiência
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Se você ou alguém próximo sofreu uma lesão no ombro ou no braço e está com dúvidas sobre direitos, este texto é para você.

Muitas pessoas se perguntam se lesão do plexo braquial é deficiência e o que isso significa na prática. A resposta depende de como a lesão afeta a função do membro e da documentação clínica.

Vou explicar de forma direta como os profissionais avaliam essa condição, quais critérios costumam ser considerados, e os passos práticos para pedir uma avaliação oficial.

O que é a lesão do plexo braquial?

O plexo braquial é um conjunto de nervos que controla os movimentos e a sensibilidade do ombro, braço e mão. Quando esses nervos são feridos, a pessoa pode perder força, coordenação ou sensibilidade.

Como destaca um médico reconhecido em tratamentos para lesões do plexo braquial em Goiânia, a lesão pode ocorrer por trauma, como acidente de trânsito, queda, ou por estiramento durante o parto.

Também pode resultar de tumores, infecções ou cirurgias que afetem os nervos.

Quando lesão do plexo braquial é deficiência?

Nem toda lesão do plexo braquial é automaticamente considerada deficiência. O critério central é o impacto funcional.

Se a perda de movimento ou sensibilidade limita atividades diárias e a participação social, a condição pode ser reconhecida como deficiência.

Por exemplo, uma pessoa que não consegue levantar o braço para vestir-se, dirigir ou trabalhar com as mãos pode ser enquadrada como pessoa com deficiência.

Já uma lesão leve, com recuperação total, provavelmente não será considerada deficiência.

Como funciona a avaliação médica oficial

A avaliação busca documentar a extensão da lesão e seu efeito nas atividades. Vários profissionais participam, como neurologista, ortopedista e fisioterapeuta.

Em geral, o processo segue etapas claras. Veja a sequência que costuma ser adotada:

  1. Documentação médica: Reunir laudos, exames de imagem e eletroneuromiografia.
  2. Avaliação funcional: Testes de força, sensibilidade e amplitude de movimento.
  3. Relatório multiprofissional: Descrição das limitações nas atividades diárias.
  4. Decisão administrativa ou pericial: Órgão responsável avalia e determina o enquadramento.

Para critérios e procedimentos específicos, consulte fontes oficiais. Veja o site do INSS para informações sobre perícia e benefícios.

Critérios que costumam ser considerados

A avaliação geralmente leva em conta:

  • Grau de comprometimento: Se há paralisia total ou parcial do membro.
  • Recuperação esperada: Se a lesão é estável, melhorando ou progressiva.
  • Limitações nas atividades: Impacto no trabalho, autocuidado e mobilidade.
  • Resultados de exames: Eletromiografia e imagem confirmando lesão nervosa.

Quando esses itens mostram limitação significativa e persistente, a chance de reconhecer que lesão do plexo braquial é deficiência aumenta.

Exemplo prático

Maria sofreu um acidente e teve lesão do plexo braquial com perda de força na mão dominante. Mesmo após fisioterapia, não recuperou a habilidade de segurar objetos finos.

Ela juntou laudos, exames e um relatório de fisioterapia que mostrou limitação nas atividades de trabalho.

Na perícia, o médico registrou incapacidade parcial persistente. Com isso, Maria conseguiu o reconhecimento administrativo da deficiência e acesso a reabilitação assistida.

Direitos e possibilidades após o reconhecimento

Reconhecer que lesão do plexo braquial é deficiência abre portas para direitos que podem incluir:

  • Acesso a reabilitação especializada: Programas do SUS ou serviços conveniados.
  • Benefícios previdenciários: Auxílio por incapacidade temporária ou aposentadoria por invalidez, quando cabível.
  • Adaptações no trabalho: Mudança de função, redução de jornada ou recursos ergonômicos.
  • Isenções fiscais: Em alguns casos, acesso a isenções e direitos sociais.

Como preparar um pedido de avaliação

Organizar a documentação facilita o processo. Siga estes passos práticos:

  1. Reúna laudos: Neurologia, ortopedia e relatórios cirúrgicos.
  2. Faça exames atualizados: Eletroneuromiografia e imagens, se possível.
  3. Relatório funcional: Fisioterapeuta descrevendo atividades prejudicadas.
  4. Documente limitações: Exemplos reais de tarefas que não consegue fazer.
  5. Solicite perícia: Agende avaliação no órgão responsável ou por via judicial, se necessário.

Perguntas frequentes

A lesão sempre melhora com o tempo?

Algumas lesões melhoram parcialmente, outras ficam com sequelas permanentes. A recuperação depende do tipo e da gravidade do dano nervoso.

Preciso de advogado para pedir reconhecimento?

Nem sempre. Muitas pessoas conseguem pelo caminho administrativo. Mas, se houver negativa e você acreditar que tem direito, um advogado especializado pode ajudar.

Quanto tempo leva a avaliação?

O tempo varia. A perícia pode ser rápida, mas obter todos os documentos e relatórios pode levar semanas ou meses.

Cuidados práticos enquanto busca avaliação

Registre limitações no dia a dia. Fotos e vídeos que mostram a dificuldade em executar tarefas ajudam a ilustrar o impacto.

Mantenha as consultas e tratamentos em dia. Relatórios atualizados mostram o acompanhamento e a persistência do problema.

Para concluir, saber se lesão do plexo braquial é deficiência passa por comprovar impacto funcional e apresentar documentação consistente.

Se a lesão limita rotinas e trabalho, procure avaliação médica e siga os passos práticos descritos aqui. Comece reunindo os exames e relatórios e agende a perícia para avançar com seus direitos.

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Ana Alves

    Ana Costa é uma escritora dedicada, com foco em inovação e desenvolvimento pessoal. Com vasta experiência em conteúdos digitais, seus textos são reconhecidos por serem claros e envolventes, sempre buscando trazer soluções práticas aos leitores.

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